domingo, julho 15

atirado pela janela

e as palavras voltariam a brotar da ferrugem nos dedos, da calma do silêncio e do vento no rosto. porque o amor, simplesmente não se pode calar. mesmo que acene adeus na queda livre que percorre rumo ao que se mostra tão real quanto inalcançável: seu fim.

Um comentário:

maraiza disse...

Lindo. Queda livre. Abismo.