- Não se trata de falar de qualquer coisa, mas de uma coisa qualquer, um conteúdo que me foge das mãos.
O absurdo, se retorna, retorna transformado.
Devolvo um pouco da minha saúde a ouvidos mancos.
Um instrumento de sopro no fundo da música, uma leveza de som, uma leveza de dor.
Uma coisa qualquer que transformo, transfiguro, perde a gravidade, não tem peso. É provisório, é caco de tempo, mas um espaço vasto.
Uma longa rua, uma estranha via. E fujo por ela, e foge-se por ela. A rua vazia, o assunto que some naquele horizonte intocado.
Visto pijamas nos dias quentes.
Hoje vi um autômato numa sala escura, vi um autômato louco.
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4 comentários:
a volta do absurdo e as transformações que ele traz... sempre tão bem vindos, apesar de, tantas vezes, devastadores
ps- mudei a ordem dos posts pra ficar a "ordem" da história, oká?
ah bom
pq eu já tava achando que tinha enlouquecido de vez...
Olha se eu fosse resenhar esse texto o título seria "Heidegger + Nietzsche: muito tudo, muito nada e uma loucura que verte"
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