3 e 33 da manhã. Quarta-feira, noite adentro. O cabelo cheirando a cigarro e três fracassos no bolso. Interpol no fundo. É preciso uma cidade grande.
O estômago ardendo. A vida se concentra toda ali. Estou só, com Interpol, sem sono.
A mulher havia morrido, secretamente, enquanto eu pensava na falta que você me faz. E me senti mal, meu Deus, me senti mal com a morte inesperada dessa mulher desconhecida, corroída por medicamentos que prometiam milagres. Não adianta. Quase nada adianta, é fácil constatar.
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2 comentários:
sim, ficou mesmo!
morte secreta me intriga..
e acho sábio o deixe restar esse nada.
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