desparafraseio, então: o nunca foi o melhor lugar em que já estive.
porque lá era simples assim: se o hoje é aqui (o nunca), onde seria amanhã pouco importava. a liberdade calava o medo, morriam teorias de amor. apagavam-se as escritas, e o peso da eternidade,, construir uma casa no nunca é livrar-se da esperança, e ver desabar o instante em puro agora. não padecer pelo além, mas bastar-se nele. e fazer-se vento, bastar-se no mundo grande. era preciso viver a palavra: partir.
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Um comentário:
tonalidade rósea.
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