sexta-feira, julho 4

desparáfrase, ode ao que vai.

desparafraseio, então: o nunca foi o melhor lugar em que já estive.
porque lá era simples assim: se o hoje é aqui (o nunca), onde seria amanhã pouco importava. a liberdade calava o medo, morriam teorias de amor. apagavam-se as escritas, e o peso da eternidade,, construir uma casa no nunca é livrar-se da esperança, e ver desabar o instante em puro agora. não padecer pelo além, mas bastar-se nele. e fazer-se vento, bastar-se no mundo grande. era preciso viver a palavra: partir.

Um comentário:

maraiza disse...

tonalidade rósea.